quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Pasteis sobre canson

poderia dizer que sou só amor, mas mesmo assim ainda seria vago...


"mas nao tem nada nao
têm o meu violão"
(Vinicius)

poesia do dia, poesia antigas, de outras eras, outros momentos:

Porque escrevo

Escrevo porque amo

Amo a vida na sua plenitude

Não só o amor dos amantes, gestantes, os arco-íris

Salvador

Amo também os flagelados, assaltantes armados

Aqueles que hão de me matar

Escrevo porque amo o tudo, sem tirar nem por


Talvez seja injusto

Chamar esses versos de meus

Se a vida que flui por mim flui também por você


Um dia me disseram

Com palavras sinceras

Que aquele que escreve

O faz para desabafar o conteúdo do seu ser

Eu concordo

Pois eu escrevo porque amo

Pois eu escrevo sobre o amor

O amor que não cabe dentro de mim

3 comentários:

através disse...

A individualização das consciências que somos serve de desafio pra os que não sentem a mesma vida pulsando em todos.

Se você pulsa e sente o outro no seu verso, o verso é tão seu quanto de tudo o que existe.

Não há nada mais seu do que a sua consciência de pertencimento, o que cria um paradoxo resumido: quanto mais sou em tudo, mais sou completo em mim.

Escrever é um ato de coragem. Uma manifestação contra os medos programados.
Quando as dores e os pudores tornam-se vítimas de um olhar atento,são enfraquecidos pela mente, nítidos e vulgares na sua tentativa de ocultar-se.

O que não cabe em você é a existência, porque tranbordar é ser consciente de não estar só em si.

E é claro que você escreve porque ama, porque quando AMAR e SER andam juntos dos olhos ao peito, a vida transborda incessantemente.

Obrigada por nós, querido.

Da Lemni...

Anônimo disse...

Fraaanklin, grande Franklin!
Muito bom seu blog!
Abraço!!!!

Anônimo disse...

Não cabe dentro de ti, nem em lugar algum. Ai o amor! Sentimento tão imenso que as vezes penso que muitos ainda morrerão pq n vão suportar essa dor pesada que é sentir o amor dilatar por entre poros e epidermes!
te amo baby!