"mas nao tem nada nao
têm o meu violão"
(Vinicius)
poesia do dia, poesia antigas, de outras eras, outros momentos:
Porque escrevo
Escrevo porque amo
Amo a vida na sua plenitude
Não só o amor dos amantes, gestantes, os arco-íris
Salvador
Amo também os flagelados, assaltantes armados
Aqueles que hão de me matar
Escrevo porque amo o tudo, sem tirar nem por
Talvez seja injusto
Chamar esses versos de meus
Se a vida que flui por mim flui também por você
Um dia me disseram
Com palavras sinceras
Que aquele que escreve
O faz para desabafar o conteúdo do seu ser
Eu concordo
Pois eu escrevo porque amo
Pois eu escrevo sobre o amor
O amor que não cabe dentro de mim
3 comentários:
A individualização das consciências que somos serve de desafio pra os que não sentem a mesma vida pulsando em todos.
Se você pulsa e sente o outro no seu verso, o verso é tão seu quanto de tudo o que existe.
Não há nada mais seu do que a sua consciência de pertencimento, o que cria um paradoxo resumido: quanto mais sou em tudo, mais sou completo em mim.
Escrever é um ato de coragem. Uma manifestação contra os medos programados.
Quando as dores e os pudores tornam-se vítimas de um olhar atento,são enfraquecidos pela mente, nítidos e vulgares na sua tentativa de ocultar-se.
O que não cabe em você é a existência, porque tranbordar é ser consciente de não estar só em si.
E é claro que você escreve porque ama, porque quando AMAR e SER andam juntos dos olhos ao peito, a vida transborda incessantemente.
Obrigada por nós, querido.
Da Lemni...
Fraaanklin, grande Franklin!
Muito bom seu blog!
Abraço!!!!
Não cabe dentro de ti, nem em lugar algum. Ai o amor! Sentimento tão imenso que as vezes penso que muitos ainda morrerão pq n vão suportar essa dor pesada que é sentir o amor dilatar por entre poros e epidermes!
te amo baby!
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